quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Trabalhar na UE

Em resposta a um email de uma colega de curso e tradutora na UE, candidato-me, por descargo de consciência, às vagas permanentes para tradutores de língua portuguesa nas instituições europeias. O salário inicial para um licenciado em início de carreira, anuncia a brochura informativa sobre carreiras na UE, é de 46000 euros ilíquidos anuais, ao qual podem acrescer outros benefícios como o subsídio de deslocação. Aliciante. Agora preparo-me para os testes de admissão do mês que vem, os primeiros que terei de fazer caso progrida no concurso.
Aproveito a deixa para dizer que há concursos variados a decorrer permanentemente, incluindo para vagas em território português e vagas temporárias. É uma questão de se ir consultando o site do European Personnel Selection Office, aqui.

Baby boom

A minha cunhada refere os bebés que estão para nascer. Até eu ando espantada. Comigo são 14 as grávidas que conto pessoalmente, entre colegas e amigas mais ou menos próximas.

Adenda: Afinal somos 15. Esqueci-me de uma...

quinta-feira, fevereiro 19, 2009

O antes e o depois do meu bolso

Enviam-me por email uma comparação entre o antes e o depois da tabela salarial dos professores, tendo por base as alterações à carreira feitas pelo actual governo. Rapidamente concluo que o salário que deveria começar a auferir em Setembro de 2009 (não fossem o congelamento de carreiras e as alterações acima referidas), que corresponderia a mais cerca de 300 euros ilíquidos do que o que recebo agora, só me chegará às mãos em Janeiro de 2015. Fiquei triste. Tanto mais que esse aumento está a dois escalões de distância, não chega sequer para pagar o infantário de duas crianças, e tanta falta faz...

segunda-feira, fevereiro 16, 2009

Nomes (ou Decisões Demoradas III)

Muitos nos abordam e perguntam como se vai chamar o bebé que agora esperamos. Respondemos que ainda não decidimos e isso causa o espanto de muitos. Há quem escolha os nomes dos filhos antes de eles darem qualquer sinal da sua existência. Nós não. Até temos de antemão algumas preferências, mas achamos que a escolha de um nome para um filho vai muito além da simples eleição de um nome.

Há umas semanas lia um dos meus autores preferidos, que falava a propósito da escolha do nome para o seu terceiro filho, feita uns dias depois de ele nascer. Não pude deixar de concordar.

Baby names are critical in the Ludy family. We pray about them for months and absolutely refuse to be pressured by family or friends into just slapping on any old name. To us, a name is a calling, a destiny. And it is something that only God truly knows.
So, we go to God and ask Him to share with us our children’s destiny. He always does.
Eric Ludy, aqui

E assim sendo, continuamos sem anunciar o nome do nosso próximo filhote.

terça-feira, fevereiro 03, 2009

Emplastro

Vejo a notícia do incêndio do cinema Lido na Amadora no Telejornal de hoje da RTP1 e surpreendo-me com o surgimento de uma personagem famosíssima no Porto - o Emplastro (como ficou conhecido aquele que aparecia à frente de todas as câmaras que noticiassem qualquer coisa sobre o Futebol Clube do Porto e que costumava gritar que o pai era o Pinto da Costa). Recordam-se? Mas que raio faz o Emplastro na Amadora???

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

Sonhos, desejos...

Se pudéssemos, não temos dúvida, era para aqui que mudávamos. Não sonho com uma moradia com piscina, nem acho que me sentisse realizada com algo assim. Bastava simplesmente ter todas as condições reunidas para nos podermos mudar para um T3 neste sítio.

Memórias

Fez ontem um ano que regressei ao trabalho depois da licença de maternidade da Rebeca. Foi um dia estranho. Na escola onde ainda trabalho era dia do desfile de Carnaval pelas ruas da freguesia, último dia de aulas antes da interrupção lectiva. Foi só isso que me animou. Custou-me imenso deixar a Rebeca com seis meses a chorar no infantário, custou-me entrar em funções numa escola completamente desconhecida, para trabalhar com crianças do 1º ciclo com necessidades educativas especiais. Senti-me um peixe fora de água, perdida e completamente contrariada até quase ao final do ano lectivo.

Este ano já conheço os cantos à casa e mantive-me nas mesmas funções por decisão minha (não que tivesse grande escolha...). O ânimo tem sido outro e tenho usufruido do facto de estar a trabalhar a 10 minutos de casa e não ter turmas e respectivas centenas de testes para corrigir. Está-se bem, não fosse o ambiente geral da educação estar o pior que alguma vez esteve.