sexta-feira, julho 18, 2008

Miúda recuperada

ou muito perto disso. As pintas vermelhas já não se notam, as aftas também já mal se vêem e já quase não se baba. Só ainda não voltou a querer beber o suplemento de manhã (e eu tenho a certeza que o que mama não é muito e não chega para aguentar até ao almoço). No biberon só quer água, que bebe em grandes quantidades ao longo do dia.

E no próximo ano lectivo?

Continuo sem saber ao certo onde vou trabalhar. Já contei que este ano lectivo que agora termina fui parar à Educação Especial sem perceber nada do assunto. Não tinha horário na escola onde fui colocada por três anos e, depois de muitas peripécias, o Ministério da Educação passa por cima das regras que criou e coloca administrativamente mais de uma centena de professores na Educação Especial, sem possuirem habilitações para esse grupo de ensino. Como este ano continua a querer tapar o sol com a peneira e, imagino eu, suspeitando que continuam sem vagas para os professores colocados administrativamente na Educação Especial e para outros sem horário que possam surgir este ano, passa novamente por cima das regras e comunica às escolas que os professores na minha situação podem, se concordarem, permanecer nas escolas onde estão, ao abrigo da continuidade pedagógica, mesmo que as escolas não tenham horário para lhes atribuir (inédito!!!). Ou seja, não pude ficar na minha escola de destacamento pluirianual, no meu grupo de ensino, sem horário, mas posso ficar nessas circunstâncias numa escola que não tinha obrigações para comigo na colocação plurianual, continuando vinculada a um grupo para o qual não estou habilitada. Note-se que quem quer entrar na Educação Especial tem que ter uma especialização adequada; quem foi para lá empurrado sem especialização nenhuma, vê-se grego para sair.
Moral da história: como a alternativa à aceitação da permanência na Educação Especial parece ser ir a concurso novamente e arriscar-me a não ter vaga (já que as vagas serão menos este ano do que no ano passado) e a ficar a fazer substituições aqui e acolá, ou ir parar mais uma vez à Educação Especial, vejo-me forçada a concordar com a continuidade pedagógica na mesma escola. Entretanto aguarda-se resposta do Ministério para saber ao certo se não posso voltar à escola de destacamento plurianual, onde deveria permanecer até ao final de 2008/09, mas não há grandes expectativas nem de que a resposta seja enviada, nem que seja favorável. O curioso é que:
1. A escola que me recebeu este ano não me pode atribuir serviço de Inglês, mesmo que tenham necessidade disso, visto eu estar noutro grupo de ensino. Só o poderia ter, caso de facto não tivesse componente lectiva na Educação Especial.
2. Vou ser avaliada no próximo ano, mas por um avaliador de Inglês (que é o meu grupo de recrutamento), mesmo estando a trabalhar noutro grupo. Confesso que desta parte até gostei: já que eu não percebo do trabalho que faço, também sou avaliada por quem não entende nada do assunto. Haja alguma coisa que bate certo no meio disto tudo...

quarta-feira, julho 16, 2008

Ainda sobre partos,

e concretamente sobre o parto da J., aqui está o relato do mesmo no BabyBlogs.

Currículos e biografias

Uma amiga mandou-me um mail com o currículo do deputado Francisco Louçã em comparação ao do actual Primeiro-Ministro. Confesso que não imaginava que o referido deputado fosse uma personalidade tão diplomada e reconhecida. De facto, ao lado do PM, parece a sorte grande e a aproximação.

Ainda que os conteúdos da Wikipedia não sejam 100% fiáveis, é curioso compará-los aqui e aqui.

terça-feira, julho 15, 2008

Nascimentos

Esta semana uma prima deu à luz o seu primeiro rebento (Parabéns, A. e D.!!!). Na semana passada a amiga J. foi notícia por dar à luz o seu Simão Pedro na água em contexto hospitalar (ler notícia aqui). Isto recorda-me como, há exactamente um ano, estava na expectativa do que seria o nascimento da Rebeca e como acalento a esperança de, no futuro, ser das sortudas que conseguem um parto o mais natural possível, sem grande dor, sem pontos, quiçá na sala especial dedicada para o efeito no Hospital de S. João.
Interiormente admiro a coragem das que escolhem um parto em casa, participam tranquilamente no desenrolar dos acontecimentos e que podem descansar no sossego do seu lar desde o início, sem bebés de outras mães a berrar horas a fio, enfermeiras barulhentas a entrar no quarto e a circular nos corredores como se fosse dia e que não correm o risco de passar uma noite numa maca no corredor com o bebé ao lado, sem conseguir pregar olho a noite inteira... Ok, também posso mudar-me para a Holanda e ir rapidamente ao hospital ter a criança (se for mesmo necessário) e voltar logo a seguir para casa, com uma semana de acompanhamento domiciliário por uma enfermeira especializada. Seja como for, amiga J., estou ansiosa por saber como foi e se recomendas.

Aftas, pintas vermelhas e muita baba

são os sintomas mais evidentes da Rebequinha, desde ontem, com uma pitadinha de febre à mistura desde o início da tarde de hoje. Muitas pintas vermelhas nas pernas, algumas muito dispersas nos braços e no fundo do tronco, baba a escorrer tipo buldogue, dificuldade em comer, mas boa disposição geral. Na opinião da pediatra, a quem liguei ontem, deve ser algum vírus. Vamos ver como evolui...

segunda-feira, julho 14, 2008

Fim de semana

acompanhado de ben-u-rons e brufen, febre (possivelmente a indicar mais uns dentitos a romper) e um nariz pingão. Hoje já acordou sem febre, mas depois de eu ter tomado, literalmente, um banho de vomitado na noite de sábado para domingo, fico com uma pontinha de dúvida se a papa láctea que lhe dei pela primeira vez no sábado à tarde, 3 horas antes de começar a febre, terá alguma coisa a ver com o vómito horas depois...

sexta-feira, julho 11, 2008

Brahms' Lullaby 2

Agradeço imenso as vossas contribuições para a letra em português da canção do post anterior.
Agora uma versão diferente, especialmente para a sobrinha Maria.

sábado, julho 05, 2008

Brahms' lullaby

A minha canção de embalar preferida, que canto à Rebeca desde que nasceu, mas com letra misturada em português (por não me recordar totalmente da letra que a minha mãe cantava, nem da versão da Ana Faria nos albuns "Brincando aos Clássicos").

quarta-feira, julho 02, 2008

Acabada de fazer 11 meses

e já anda. E diverte-se a correr de mim para o pai e vice-versa, com as pernas nem sempre a acompanhar a velocidade e intenções da cabeça. De bracitos no ar, fica cómica, cómica!

Para além disso, muitas outras gracinhas: faz "ão-ão" assim que ouve um cão ou que saímos à rua (no percurso a pé para o infantário passamos por vários...);diz mamã; faz o índio (uh-uh com a mão à frente da boca) e, a preferida desde que acorda até se deitar, canta ah-ah-ah a rodar as mãozinhas no ar (do côro Ho-ho-ho-hosana, A-a-a-leluia). Adora fazer festas ao nosso gato Bolota (o ta-ta) e vê-lo a brincar. Entretém-se muito com livros e adora papéis. Desconfio que água é "babá" (se se confirmar, sai à mãe...) e, no geral, parece que fala japonês. Ainda estou a mentalizar-me que ela está a crescer muito depressa: é que já tive de lhe comprar umas sandálias 20 e alguma roupa tamanho 86 do C&A, cujos tamanhos são grandes (o 80 já não dá para muito tempo)...