quarta-feira, março 05, 2008

Viroses

Depois de ter ficado em casa dois dias com a Rebeca há duas semanas atrás, eis que agora fico mais três. A filhota até parece um gatinho a ronronar... Antibiótico, xarope para a tosse, nebulizações, assim vão ser os próximos dias.
Entretanto, o quinto dente parece querer romper brevemente. Nasceram-lhe quatro dentes no espaço de um mês e a rapariga já aprendeu a morder.

segunda-feira, março 03, 2008

Moda Verão 2008



Já tens a tua?

Desejos

Se todos os desejos fossem facilmente concretizáveis, recebia brevemente uma proposta irrecusável de mudança de profissão.

sábado, março 01, 2008

Os nomes

A minha irmã escolhe nomes para o(a) sobrinho(a). A propósito disso e dos diminutivos que, tantas vezes, temos tendência a atribuir carinhosamente a alguns, apetece-me dizer que cheguei recentemente à conclusão que, tal como os filhos não são propriedade exclusiva nossa, mas são antes de mais de si mesmos e também, em parte, das pessoas que com eles se relacionam, assim acontece também com os seus nomes. É que no infantário a Rebeca passou rapidamente a ser a Bequinha ou Bequita, mesmo sem nos ouvirem a referirmo-nos a ela com um diminutivo. Como mãe, tal como não a consigo proteger de tudo e de todos, também não posso impedir que a chamem assim. E sei lá eu se ela futuramente não vai gostar mais de ser chamada por um diminutivo...

Alguém se importa

de dizer ao Sr. Primeiro (e já agora, à Srª Ministra) que, em vez de apregoar erradamente que o seu governo fez a avaliação dos professores, mais valia poder orgulhar-se de cumprir o prometido e ter descongelado as carreiras da função pública? É que já lá vão quase três anos e não se vislumbra o fim de tamanho iceberg...

Quanto aos professores, excelentíssimos senhores, estes sempre foram avaliados, sob pena de não progredirem na carreira. A transição ao escalão seguinte não se verificava sem a devida obtenção de créditos através da frequência de acções de formação contínua, nas quais o docente tinha obrigatoriamente que ter aproveitamento resultante da assiduidade e da qualidade da participação nas mesmas, no trabalho individual e de grupo, e também do trabalho final apresentado. Para além da avaliação nas acções frequentadas, cada docente redigia um relatório crítico de desempenho, referente à sua actividade no escalão que findava, que, juntamente com a sua assiduidade, relação com os alunos, entre outros, era avaliado pelo orgão de gestão da sua escola e pela comissão de avaliação designada pelo respectivo Conselho Pedagógico. O problema desta avaliação é que, independentemente do excelente trabalho desenvolvido por muitos professores, era preciso quase meter um requerimento ao Ministro para ter classificação superior ao "Satisfaz" da praxe. A burocracia era tanta e tão chata para obter um simples e merecido "Bom" (e sem nada que o incentivasse), que muito poucos pediam a reavaliação do seu desempenho. Estamos entendidos quanto a esta parte?

Não conheço nenhum professor que estivesse satisfeito com essa forma injusta de ser avaliado e não deseje ver o seu bom desempenho reconhecido. Só que o novo diploma, meus amigos, não resolve a questão. É que, além de ser inexequível na prática das escolas e dos docentes (nenhum professor avaliador pode leccionar as suas turmas em horário completo e ainda ter tempo para avaliar os colegas), não está pensado para ser aplicado a profissionais competentes e profissionalizados (mais parece aplicar-se à formação inicial de professores, com vista a aferir se determinado estudante universitário tem ou não condições para ingressar na carreira) e continua a injustiça no resultado final da avaliação, não só fazendo-a depender dos resultados dos alunos, como impõe quotas que restringem a classificação realmente merecida por cada docente. Ou imaginam um professor avaliar os seus alunos com quotas??? Por exemplo, numa turma de 26 alunos, só poderia dar 1 Excelente, 2 Muito Bons, 4 Bons e o resto teria que ir corrido no máximo a Satisfaz, porque o plafond de notas melhores estavam esgotadas... Sinceramente, já não há pachorra!